RISCOS DO MÉTODO⚠️
Riscos do serviço de importação
Como você já deve ter imaginado, o nosso método não está livre de riscos infelizmente. Isso porque, após a postagem nos correios, a sua encomenda estará suscetível a danos, roubos, extravios e apreensões. Caso desejar, você até poderá contratar o seguro dos correios no momento em que emitir sua etiqueta de envio, porém saiba que este seguro não será útil caso sua mercadoria seja apreendida em uma eventual fiscalização nas agências e/ou centros de distribuição dos correios. Existem 2 tipos de fiscalizações: a estadual e a federal.
Caso sua encomenda caia em uma fiscalização estadual, a nota fiscal que emitimos para você já evita que sua mercadoria fique retida. Isso porque essa nota é o que chamamos de “nota quente“, ou seja, uma nota fiscal válida, que consta no SEFAZ. As agências dos correios nas cidades onde realizamos as postagens exigem essa nota fiscal para autorizar o despache.
Por outro lado, caso sua encomenda caia em uma fiscalização federal, a presença da nota fiscal somente irá ajudar a dar mais credibilidade ao seu pacote, reduzindo as chances dele ser selecionado para averiguação. Mas se ainda assim sua encomenda for selecionada, é sim possível que seus produtos sejam apreendidos, não havendo nada o que possamos fazer para recuperá-los, nem mesmo devolver qualquer valor pago, infelizmente.
Isso acontece porque, para a receita federal, o documento apropriado que deve acompanhar mercadorias importadas é justamente a nota de importação dos mesmos, sendo esse um documento totalmente diferente da nota fiscal nacional que emitimos. Nesse caso, não temos a capacidade (licença de importador) para emitir tal nota. E mesmo que tivéssemos, o custo da sua emissão seria tão extremamente alto que todo o nosso método de importação se tornaria inútil.
Riscos do serviço de compra dos fornecedores exclusivos
Como forma de contornar os riscos do nosso método de importação, disponibilizamos também a compra de produtos por meio dos nossos fornecedores exclusivos, com envio saindo de São Paulo (capital). Apesar de também se tratarem de itens importados, a fiscalização sobre esses envios é consideravelmente menor, visto que as encomendas não são despachadas de uma região próxima a fronteira. Esta é, portanto, a forma mais segura de realizar uma compra conosco.
Obviamente, os riscos de dano, roubo e extravio, naturais a qualquer envio nacional feito pelos correios, continuam existindo, podendo você solicitar o seguro da encomenda no momento em que realizar seu pedido. Já o risco de apreensão somente será uma preocupação caso você opte por não emitir a nota fiscal para o seu pedido.
Considerações finais
Agora que você tem noção dos riscos envolvendo o nosso método, é provável que tenha ficado um tanto desacreditado ou com receio de utilizar nosso serviço. Mesmo reduzindo significativamente nossa capacidade de captar de novos clientes, fizemos questão de deixar absolutamente claro todos os riscos que você irá correr ao comprar conosco. Afinal, honestidade e transparência são valores morais que carregamos, os quais nos impedem de omitir detalhes imprescindíveis como esses.
Mas a verdade mesmo é que, na prática, casos de roubo, dano, extravio e até mesmo apreensão são, na realidade, a exceção, e não a regra. Do contrário, não existiriam centenas de redirecionadores atuando nesse comércio “paralelo” entre Brasil e Paraguai, atendendo milhares de pessoas, comerciantes e lojistas, os quais demandam centenas de milhares de reais em produtos todo os meses, seja para uso próprio ou para revenda.
Da mesma forma que somente algumas poucas encomendas eram taxadas antes do “Remessa Conforme” pelo motivo de não haver pessoal suficiente para averiguar todos os pacotes vindos da China, por exemplo, também não existem fiscais suficientes para averiguar toda e qualquer encomenda que passa pelos centros de distribuição dos correios. E ainda: diferente do controle fiscal ininterrupto das encomendas diretamente importadas para o Brasil, as operações de fiscalização de encomendas postadas já em território brasileiro são, por outro lado, pontuais.
Em outras palavras, a possibilidade de apreensão só é realmente um risco em momentos que alguma operação federal esteja de fato em andamento, em uma busca ativa por mercadorias “indevidamente” importadas. Caso nenhuma operação de fiscalização esteja ocorrendo no período em que sua encomenda é despachada, a probabilidade de que ela seja apreendida é praticamente nula. Nós seguimos alguns critérios que nos ajudam a prever quando essas operações de fiscalização irão se intensificar e afrouxar. Porém claro, como toda previsão, ela nem sempre é precisa, e você poderá acompanhar nossa comunidade do Telegram para ter uma ideia de como está a situação no momento.
Dito isso, esteja ciente de que nós não nos responsabilizaremos em casos de dano, roubo, extravio ou apreensão que podem ocorrer em qualquer etapa do processo, independente da modalidade em que foi feito o pedido (importação ou fornecedores exclusivos).
Para concluir:
Apesar das várias técnicas empregadas por nós para impedir tais perdas, os riscos do método sempre estarão presentes, visto que o nosso processo de importação anda sobre uma linha tênue com relação à sua legalidade, podendo ou não ser enquadrado como descaminho aos olhos do governo. Portanto, caso você passe pelo infortúnio de ter a sua mercadoria apreendida, pedimos por favor que não redirecione sua raiva à nós, uma vez que fazemos tudo ao nosso alcance para que isso jamais aconteça. Redirecione sua raiva para as leis hostis e injustas do Brasil e aos agentes estatais e políticos corruptos que somente se perpetuam no poder graças aos imensos impostos arrancados de você.
FAQ - PERGUNTAS FREQUENTES 💬️
Como eu sei que vocês não são golpistas?
Sem dúvidas essa é uma das primeiras perguntas que muitos se fazem quando conhecem nosso serviço. Você está mais do certo por não confiar em quem você nunca ouviu falar, ainda mais se tratando no nosso queridíssimo país chamado Brasil, o país da “malandragem”… Portanto, nós não só entendemos como também concordamos plenamente com esse pensamento inicial. Mas ainda assim, eu convido você a fazer uma reflexão comigo.
Veja essa apresentação aqui mesmo. Observe a preocupação que tivemos em trazer uma riqueza de detalhes nas explicações sobre como se dá o processo de compra conosco. E não somente a riqueza de detalhes. Note também a relativa complexidade do nosso serviço, o qual exige de você um certo empenho para que conclua seu pedido. Diferente de uma compra comum em qualquer marketplace, em que basta apertar um ou dois botões e pronto – compra concluída – conosco você precisa passar por diversas etapas diferentes:
Olhando para as importações dos EUA, China e demais países, por exemplo, você primeiro precisa criar uma conta em dólares em uma instituição que talvez nunca tenha ouvido falar. Em seguida deverá entrar em contato com um courier paraguaio (que também provavelmente nunca deva ter ouvido falar) para estimar custos de transporte. Depois deverá realizar 3 pagamentos distintos, sendo o primeiro pelo produto em si, o segundo para o courier e o último pelo nosso serviço. Por fim, ainda precisará emitir por conta própria a etiqueta de envio da sua encomenda, para que só então ela seja enviada para você…
Note que cada uma dessas etapas representam um obstáculo na jornada de compra de qualquer consumidor, desestimulando até mesmo aquela pessoa que confia 100% na nossa idoneidade. Agora pense comigo: se de fato fossemos golpistas, por que nos dar ao trabalho de criar uma apresentação extremamente detalhada sobre como utilizar o nosso suposto “serviço”? Por que “criar” diversos empecilhos no processo de compra, os quais desestimulam grande parte das pessoas? Não seria muito mais “produtivo” diminuir ao máximo toda e qualquer dificuldade na utilização do nosso suposto “serviço”, criando assim algo muito mais simples e de fácil entendimento para atrair o maior número de pessoas possível?
E ainda, por que ser honesto quanto aos riscos do nosso método de importação, deixando nossas “vítimas” apreensivas ao informar que o governo pode roubar a mercadoria delas, se nós mesmos já iriamos roubar o seu dinheiro em primeiro lugar? Porque trabalhar apenas com criptomoedas, uma forma de pagamento que ainda pouquíssimas pessoas têm familiaridade e segurança de utilizar, e por esse mesmo motivo automaticamente a associam a fraudes e golpes (como se o maior número de roubos que saem impunes não ocorressem pelo próprio PIX)?
Não satisfeitos com nossa “incompetência” como golpistas, ainda criamos um grupo no Telegram totalmente aberto, assim permitindo que a nossa primeiríssima vítima pudesse imediatamente alertar todos as outras pessoas sobre a fraude que nós somos, desta forma inutilizando completamente todo o trabalho que tivemos para criar essa “falsa apresentação” que você lê agora, assim como os “falsos depoimentos” e todo o resto da comunidade que aos poucos fomos construindo…
Deixando agora o sarcasmo de lado, por favor, não nos entenda mal. A intenção aqui não é ironizar ou ridicularizar sua preocupação. Apenas estamos apresentando um ponto de vista diferente que estimule sua reflexão. E mais uma vez, você realmente acredita que nós nos daríamos ao trabalho de desenvolver toda essa argumentação se realmente fossemos golpistas? Se esse fosse realmente o caso, no primeiro questionamento sobre nossa integridade certamente mandaríamos a pessoa ir para “aquele lugar”, ou no mínimo ficaríamos calados. Pior, provavelmente já teríamos desistido de tentar te convencer e já estaríamos tentando um golpe diferente, com alguma outra pessoa. Porque essa é a mentalidade do pilantra, ele quer as coisas de forma fácil, às custas dos outros. O pilantra não quer ter trabalho pra nada.
Não há uma forma melhor de envio do que os correios?
Dependendo para quem você pergunta, irão dizer que o envio pelos correios é a pior e mais perigosa forma de se trabalhar. Nós não só discordamos como também acreditamos que a realidade seja exatamente a oposta. Os correios são a forma mais eficiente de realizar os envios (pelo menos até o presente momento), e se outros prestadores de serviço perdem com frequência suas encomendas, provavelmente não sabem trabalhar corretamente.
Uma estratégia que muitos adotam é transportar as mercadorias até uma região próxima da cidade do cliente, para só então realizar as postagens nos correios ou então até mesmo entregar em mãos. No entanto, os prós desta forma de trabalhar não sobrepõem os contras na nossa opinião. Primeiro que, caso o redirecionador não tenha uma frota à sua disposição, ele não somente ficará limitado quanto a quantidade de produtos que poderá transportar, com também correrá mais riscos por não dividir os pedidos em diferentes veículos, assim aumentando o número de clientes prejudicados caso seja parado em alguma fiscalização. Isso sem falar dos riscos aos quais ele mesmo se expõe trabalhando desta forma, podendo perder seu próprio veículo e até mesmo ser processado criminalmente. Se isso já não fosse o bastante, não é difícil de imaginar que os custos deste transporte, mesmo diluído entre vários clientes, não seja assim tão mais barato quando comparado com o envio direto nos correios.
De fato, concordamos com o argumento de que as postagens feitas em agências mais distantes da fronteira são relativamente mais seguras, sendo essa inclusive uma das medidas que praticamos, mas ela está longe de ser a única estratégia capaz de evitar problemas. Até houve um breve período em que disponibilizamos uma modalidade de envio via trasportadora privada, a qual recolhia as mercadorias aqui no Paraguai e as transportava até São Paulo para serem postadas nas agências de lá. Nos empenhamos em formatar esse método de envio de forma totalmente legal para evitar possíveis fiscalizações nas estradas. Ainda assim, em pouco tempo, ligou-se um alerta nos órgãos fiscalizadores, os quais rapidamente interditaram a empresa de transporte que contratamos.
Dito isso, por via de regra somente realizamos os envios pelos correios atualmente. Mas se você tiver a intenção de realizar um pedido realmente expressivo, de uma grande quantidade de produtos, ou de produtos muito volumosos, entre em contato conosco para verificarmos a possibilidade de métodos de envio alternativos.
Consigo cancelar/devolver um pedido?
A partir do momento em que o pagamento pelos produtos é realizado, não será mais possível cancelar o seu pedido puramente por questões logísticas. Também não será possível solicitar a devolução dos produtos após a chegada em suas mãos pelo mesmo motivo.
Obs.: para as compras com nossos fornecedores exclusivos, recomendamos que grave um vídeo recebendo e abrindo sua encomenda, mostrando claramente a etiqueta de envio do pacote e os produtos recebidos. Caso seja constatado erro no envio, entraremos em contato com os fornecedores solicitando uma tratativa.
Vocês possuem CNPJ?
Ao contrário do que você deve imaginar, nossa atividade principal é na verdade o comércio local na região de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, sendo o serviço de redirecionamento uma atividade secundária. Tecnicamente, toda a nossa operação se dá apenas em território Paraguaio e está totalmente fora da jurisdição brasileira. Em outras palavras, não somos uma empresa brasileira e portanto não temos um CNPJ ativo.
As notas fiscais utilizadas nos envios, por exemplo, são emitidas por um escritório parceiro no Brasil, especializado neste tipo de operação. Não temos nenhum contrato ou vinculo empresarial com este escritório, apenas intermediamos o fornecimento dos dados para emissão da nota como forma de agilizar e facilitar o seu atendimento. Até porque, caso você tenha o contato de algum outro escritório que preste um serviço semelhante de emissão de notas, você está totalmente livre para utilizá-lo se preferir (desde que as notas emitidas sejam do estado de Mato Grosso do Sul).
Até mesmo a passagem dos produtos para o Brasil e transporte até a agência correios não é feita por nós de fato, mais sim por um atravessador terceirizado sem nenhum vinculo empregatício conosco. O que ofertamos com o projeto BitExpress é somente um processo estruturado para que você consiga adquirir produtos importados e redirecioná-los para outros agentes ainda dentro do território paraguaio, os quais prestarão serviços que não competem a nós.
Porque vocês trabalham apenas com criptomoedas?
Existem 3 motivos que nos levaram a trabalhar apenas criptomoedas: um motivo logístico; um motivo de segurança; e um motivo moral.
Com relação à logística, basta dizer que não estamos localizados no Brasil, mas sim no Paraguai. Em outras palavras, não temos acesso ao sistema bancário brasileiro, e, por consequência, ao PIX. Ainda assim, não podemos negar a ampla adoção e a facilidade proporcionada por esse sistema de pagamentos. Por esse motivo que, além de aceitar criptomoedas diretamente, adotamos também a estrutura do DePix: um sistema integrado ao PIX tradicional, em que você cliente efetua o pagamento via PIX normalmente, enquanto que nós recebemos diretamente em cripto.
Já com relação à segurança, você há de concordar que a nossa atividade não é exatamente bem vista aos olhos do sistema. Caso você ainda não saiba, o PIX em si vai muito além do que um simples método de transferência de reais. Ele é também um instrumento de vigilância, rastreando e colhendo informações de cada transação realizada. É apenas uma questão de tempo para que o governo ganhe total capacidade de identificar exatamente do que se trata cada transação feita, incluindo sua origem, seu destino, a quantia e o motivo. Muito em breve, esse aspecto de hiper vigilância irá se espalhar para além do PIX, afetando todo o sistema financeiro brasileiro, graças a implementação da nova moeda digital do banco central: o DREX. Portanto, em uma tentativa de evitar retaliações futuras, garantindo um pouco mais de segurança não apenas para nós, mas também para vocês clientes, entendemos que trabalhar apenas com criptomoedas seja a decisão mais acertada.
Por fim, com relação à motivação moral, acredito que já tenhamos deixado claro que não concordamos com a maioria das políticas públicas atuais, sendo justamente esse o fato que nos levou a criar o BitExpress. O que grande parte das pessoas ainda precisa entender é que o único instrumento realmente efetivo para mudar essa situação não é voto que você dá nas urnas, mas sim o voto que você dá com o seu próprio dinheiro.
Quando você contrata um serviço ou compra um produto, por exemplo, você está literalmente dizendo ao mercado que aprova aquilo pelo qual está pagando, e que prefere esta opção dentre vários outros concorrentes, sendo o contrário também verdadeiro. Se você não aprova um produto ou serviço, você simplesmente não paga por ele, ficando a empresa obrigada a se atualizar (ou quebrar, caso uma quantidade suficiente de pessoas a desaprove).
Até poucos anos atrás, era quase impossível realizar um boicote semelhante a esse contra políticas públicas promovidas pelo estado, uma vez que a sua ferramenta mais poderosa de voto – o seu dinheiro – é controlado justamente por ele. Ele te entrega um serviço absolutamente ineficiente e nunca é punido por isso. Afinal, você não tem a opção de simplesmente parar de pagar seus impostos, não importa o quão ruim tenha sido o serviço prestado. E mesmo que você tivesse essa opção, o estado ainda assim teria uma outra carta da manga: a capacidade de simplesmente imprimir mais e mais dinheiro indefinidamente, o que causa a desvalorização da moeda e, por consequência, do seu poder de voto.
Felizmente, não estamos mais reféns desta máquina que silencia a nossa voz. Hoje temos acesso a ferramentas as quais permitem que nossas insatisfações sejam finalmente ouvidas, sendo elas as criptomoedas, em especial, o Bitcoin. Portanto, se você realmente pretende se opor a essas políticas que só prejudicam o povo, pare de utilizar a moeda que às sustentam. Caso contrário, você continuará legitimando todas essas decisões, e ainda estará financiando sua imposição. Claro, não será um caminho fácil, mas aparentemente é o único que temos atualmente, e nós estamos aqui para ajudar a pavimentá-lo.